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 Noticias e Curiosidades

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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Nov 16, 2016 9:16 am

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Mais de 200 espécies de aves estão em vias de extinção
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Cientistas identificaram mais de 200 espécies de aves que estão em risco de extinção, mas não estão bem classificadas na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), segundo um estudo esta quarta-feira publicado na Science Advances.

O investigador Stuart L. Pimm, professor de ecologia da conservação na Universidade de Duke, nos EUA, alerta que a lista das espécies ameaçadas da IUCN subestima o número de espécies em risco porque não utiliza tecnologias modernas de dados geoespaciais nas suas avaliações.
"O processo de avaliação da Lista Vermelha foi desenvolvido há 25 anos e não faz uso dos avanços nas tecnologias geoespaciais", disse Pimm, citado num comunicado da revista.
"Temos novas e poderosas ferramentas ao nosso alcance, incluindo mapas digitais muito melhorados, avaliações globais regulares do uso da terra recolhidos por satélites e mapas que mostram que áreas do planeta não estão protegidas por parques nacionais", explicou.
O especialista ressalvou que a Lista Vermelha usa critérios rigorosos e objetivos e é transparente, mas os seus métodos "estão seriamente ultrapassados".
Os cientistas usaram dados de teledeteção recolhidos por satélite para identificar mudanças no uso da terra que estão a reduzir os habitats de quase 600 espécies de aves em seis zonas tropicais: a Floresta Atlântica do Brasil, a América Central, os Andes ocidentais da Colômbia, Madagáscar, Sumatra e o Sudeste asiático.
A conclusão foi que, embora 51% das espécies avaliadas estejam nas categorias certas na lista da IUCN, 43% das espécies deveriam estar em níveis de ameaça mais elevados, segundo a sua análise.
Das espécies que deveriam estar a recuperar em áreas protegidas, menos de 10% dos seus habitats estavam de facto protegidos, alertam os cientistas.
Das 600 espécies, apenas 108 estão atualmente classificadas na Lista Vermelha como estando em risco de extinção, mas, segundo a nova análise, 210 das espécies enfrentam risco acelerado de extinção e 189 deveriam ser classificadas como ameaçadas, com base na extensão e ritmo da perda de habitat documentada.


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Última edição por José Luis em Dom Dez 25, 2016 11:52 pm, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Nov 16, 2016 9:17 am

Pássaro consegue voar 10 meses sem tocar o chão

Os cientistas também afirmam que um voo desses não é nada comum no reino animal

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Um grupo de cientistas da Universidade Lund, na Suécia, descobriu a existência de um pássaro que consegue voar por 10 meses sem parar nem um segundo para descansar: o andorinhão preto (Apus apus).
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Segundo a publicação da revista Superinteressante, depois de meses de pesquisas e de observação dos pássaros, eles concluíram que, embora alguns indivíduos descansassem de vez em quando, a maior parte dos andorinhões prefere voar ininterruptamente durante o período de migração, parando apenas no fim da viagem, para procriar.
Os cientistas também afirmam que um voo desses não é nada comum no reino animal: é o mais longo de que se tem notícia na biologia – um recorde mundial entre as aves.
Outras espécies de pássaros voam por muito tempo sem pousar: o albatroz, por exemplo, é capaz de viajar 16 mil km sem descansar (e quase sem bater as asas), e o beija-flor consegue voar, direto, 29 milhões de vezes o comprimento de seu próprio corpo. Mas nenhuma outra ave tem a capacidade do andorinhão preto de voar por tanto tempo – quase um ano – sem algum descanso.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Nov 16, 2016 9:28 am

Por acaso já tinha lido esta noticia, é deveras impressionante. fixe



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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Nov 16, 2016 9:36 am



A pouco mais de um mês do Natal volta a ouvir-se falar da gripe das aves. Na Áustria, uma exploração foi encerrada depois de ser detetado o vírus Influenza H5N8, em 18 perus que morreram. Os restantes animais vão ser abatidos para tentar evitar o contágio e uma possível epidemia. Um problema de saúde pública mas também económico para os produtores:
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“O Natal é quando vendemos mais e temos de matar mais de um milhar de animais. Para nós, este é um desafio gigantesco com o qual teremos de lidar física e mentalmente. Temos de ver como resolvemos a questão económica”, diz Klaus Flatz, o dono da exploração.

Também na Suíça foram detetados casos e se está a trabalhar na prevenção. Um vírus, que é altamente contagioso, e que terá sido também detetado numa exploração na Alemanha. As autoridades estão a investigar.
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Nov 16, 2016 9:44 am

Lá vamos outra vez com a mesma cena, volta não volta lá aparece o sacaninha do "influenza" a fazer das dele.



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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Nov 16, 2016 9:45 am

Há demasiados periquitos tropicais em Londres (e Jimi Hendrix pode ser um dos responsáveis)
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O periquito-de-colar (Psittacula krameri) pode ser originário da África e do Sudeste Asiático, mas numericamente é mais britânico do que se imagina.

A Sociedade Real para a Proteção das Aves da Grã-Bretanha (RSPB) estima que há mais de 8,5 mil casais em idade reprodutiva em todo o país, principalmente no sudeste da Inglaterra.

Mas, apesar de muitos aficcionados pelas aves se animarem ao notar esses pássaros nos parques de Londres, eles não são tão queridos assim.

Alguns artigos publicados, por exemplo, no jornal The Daily Telegraph lamentou a presença dos periquitos e deu destaque a pesquisas que indicam como eles podem prejudicar as espécies nativas da ilha.

Assim como os periquitos, outras espécies não nativas também têm se mostrado polémicas no país. Muitas acabam por cair nas boas graças dos locais, mas outras exigem medidas de controlo populacional.

Culpa de Jimi Hendrix?


Um fator essencial é descobrir como essas espécies conseguiram chegar ao país.

A RSPB classifica como “não nativas” as espécies introduzidas pela atividade humana e como “invasoras” aquelas que já apresentam um efeito claramente negativo sobre as locais.

Se uma planta ou animal entra na ilha por meios “naturais” ou como resultado de uma mudança climática, ela pode ser classificada como “nativa”, independentemente de quando se instalou.

Isto cria algumas tensões interessantes. Em setembro, os ecologistas entraram em alerta quando foram encontradas vespas gigantes asiáticas (Vespa mandarinia) no condado de Gloucestershire – à semelhança do que acontece em Portugal nos últimos anos.

Estas vespas são consideradas invasoras porque podem ter um impacto devastador em insetos polinizadores locais, como as abelhas-europeias, mesmo com a hipótese de terem chegado à Grã-Bretanha vindas da França, atravessando o Canal da Mancha por conta própria.

Em relação aos periquitos, não se sabe como chegaram ao país, apesar de existirem algumas histórias fantásticas sobre suas origens.

Uma delas é a de que os pássaros foram deliberadamente introduzidos pelo lendário guitarrista norte-americano Jimi Hendrix, morto em 1970, que passou os últimos dias de sua vida em Londres.

Outros acreditam que as primeiras aves escaparam dos estúdios de Shepperton, onde Humphrey Bogart e Katharine Hepburn filmaram “A Rainha Africana”, em 1951.

No entanto, o mais provável é que os periquitos avistados pela capital britânica sejam hoje simplesmente os descendentes de animais de estimação que foram recusados pelos seus donos.

Questão de gosto


Outro fator que determina se uma espécie não nativa será bem acolhida é a maneira como afeta os animais mais queridos do país.

Alguns animais são tidos como ícones britânicos, como o esquilo-vermelho (Sciurus vulgaris), o ouriço (subfamília Erinaceinae), os ratos-de-água e os texugos.

Qualquer invasor que tiver um impacto negativo sobre estes animais tem mais probabilidade de enfrentar o escrutínio da população e das autoridades.

Contudo, muitas vezes, as novas espécies são recebidas de braços abertos.

Segundo a RSPB, em 1989 o país assistiu à chegada de grandes números de pequenas garças, que até então se limitavam à Europa continental, mas vieram pelos próprios meios e foram rapidamente adotadas.

O mesmo ocorreu com pequenas corujas que foram introduzidas deliberadamente no país no século XIX, não consideradas uma ameaça à fauna local.

“Criminalização” de espécies


A tentativa de ligar uma determinada espécie a um habitat em particular só serve para ressaltar um dos pontos mais polémicos da história natural: a de que as espécies pertencem aos lugares onde o homem as observou pela primeira vez.

“A ideia de que as coisas permanecem exatamente onde sempre estiveram não tem lugar na biologia”, afirma Chris Thomas, da Universidade de York, à BBC.

Para o investigador, estamos a “criminalizar” certas espécies por causa das suas origens, sem que exista provas diretas de que uma espécie tenha sido extinta por causa de um invasor.

Chris Thomas também nota que o excesso de competição e de mudanças é comum na natureza, independentemente do papel do homem na equação. “Algumas espécies são simplesmente mais dominantes do que outras“, conclui.

Um exemplo disso são os rododendros, belas plantas floridas muito populares entre os jardineiros britânicos.

Elas foram introduzidas no país no fim do século XVIII e são acusadas de terem dominado os ambientes silvestres, já que, por serem altas e largas, podem fazer sombra para outras plantas.

Contudo, Chris Thomas lembra que os rododendros já cresceram nas Ilhas Britânicas há 400 mil anos. Foram extintas por uma glaciação e voltaram ao país pelas mãos do homem. Hoje, algumas pesquisas mostram que estas árvores até beneficiam espécies nativas, como os ratos silvestres.

O que, então, torna uma espécie verdadeiramente nativa e verdadeiramente britânica?

Segundo Jess Chappell, representante da RSPB, a entidade baseia-se em evidências de algum impacto negativo nas espécies locais. Por outras palavras: até que ponto uma nova espécie é capaz de se integrar?

Para Thomas, trata-se de uma decisão social também, que depende da aprovação ou não da espécie pelo público – e isto acaba por refletir-se nas políticas de preservação. Mas, se a natureza não faz um controlo de fronteiras, porque traçamos as demarcações dessa forma?

ZAP / BBC


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Nov 16, 2016 9:47 am

Rui Militão escreveu:
Lá vamos outra vez com a mesma cena, volta não volta lá aparece o sacaninha do "influenza" a fazer das dele.
Vamos comer perú constipado hehehe Tudo de bom para aí Rui ,abraço


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Nov 16, 2016 9:51 am

Pinguins travam batalha sangrenta disputando fêmea






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Assim que encontra outro macho em seu ninho, o pinguim que estava retornando para casa inicia uma briga com o rival
Uma briga entre pinguins viralizou na internet.
As imagens fazem parte de um documentário da National Geographic, que foi lançado na sexta-feira, dia 4. O narrador do documentário explica a situação: um macho retorna para o ninho um ano depois e encontra sua parceira com outro pinguim.
"76% dos pinguins se acasalam com o mesmo parceiro durante toda a vida", revela a jornalista Delaney Chambers. "A fêmea só se acasala com outro quando seu parceiro morre; são raros os casos em que isso acontece quando o macho ainda está vivo", continua a jornalista.
Assim que encontra outro macho em seu ninho, o pinguim que estava retornando para casa inicia uma briga com o rival. Em pouco tempo, as duas aves ficam feridas. Segundo o documentário, diferente das demais aves que possuem ossos ocos nas asas, os pinguins tem ossos sólidos e bastante força nos bicos, usados para cavar o chão. "As asas dessas aves, como não voam, são muito fortes e podem causar grande dano. Eles podem golpear até oito vezes por segundo", acrescenta a jornalista.
Depois de lutarem por algum tempo, a fêmea é chamada para decidir com quem ficará. Ele escolhe continuar com o macho que agora ocupa o ninho, e abandonar o ex-parceiro. O pinguim substituído por ter deixado o ninho durante um ano, segue o casal e retoma a luta com o rival.
"Finalmente, a fêmea sai do ninho e opta novamente pelo amante. O marido percebe que não há outra alternativa senão deixar o ninho e buscar outro local para passar a época de acasalamento", conclui o narrador do documentário.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Nov 16, 2016 10:06 am

UNESCO decide no final do mês sobre classificação da falcoaria

A candidatura da arte da falcoaria em Portugal a Património Cultural Imaterial da Humanidade, apresentada em 2015 pela Câmara de Salvaterra de Magos, vai ser analisada no final do mês pela UNESCO, numa reunião que vai decorrer na Etiópia.

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Em comunicado, a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo (ERT-AR), parceira da candidatura juntamente com a Universidade de Évora e a Associação Portuguesa de Falcoaria, informa que será tomada uma decisão durante a 11.ª reunião do Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), que se vai realizar em Adis Abeba entre 28 de novembro e 02 de dezembro.
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A ERT-AR lembra que a falcoaria foi incluída na Lista Representativa do Comité em novembro de 2010, tendo Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) assumido a liderança e a coordenação de um projeto que foi apresentado, pela primeira vez na história da UNESCO, por 11 países - Bélgica, República Checa, França, Coreia, Mongólia, Marrocos, Qatar, Arábia Saudita, Espanha, Síria e Emirados Árabes Unidos -- que incluíram a falcoaria nos respetivos inventários nacionais do Património Cultural e Imaterial.
Em 2012, a UNESCO estendeu o reconhecimento de património cultural à falcoaria praticada na Áustria e na Hungria, acrescenta, afirmando esperar que seja agora a vez de Portugal se juntar a esta lista de países com a candidatura "Falcoaria. Património Humano Vivo".
Sublinhando que a falcoaria foi considerada "uma das mais antigas relações entre o homem e a ave", com mais de 4.000 anos, a ERT-AR lembra o papel desta arte na fixação da família real no concelho de Salvaterra de Magos "durante longos períodos".
O edifício da Falcoaria Real de Salvaterra de Magos, recuperado pelo município em 2009, "terá sido construído por ordem de D. José I (século XVIII) na periferia da vila e foi local de encontro de falcoeiros oriundos de vários pontos da Europa", refere.
Atualmente, além da visita ao edifício, "ímpar na Península Ibérica", é possível "interpretar, com a ajuda de um falcoeiro, diferentes espécies de aves de presa, falcões, águias e açores", cerca de duas dezenas de aves que, diariamente, fazem demonstrações de voo.
O município registou a marca "Salvaterra de Magos - Capital Nacional da Falcoaria" em 2014, acrescenta.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Nov 16, 2016 10:19 am

Polícia Marítima interceta captura ilegal de aves em Mindelo




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A Polícia Marítima da Póvoa de Varzim e Vila do Conde, intercetou no domingo 2 homens por capturarem pintassilgos na Reserva Ornitológica de Mindelo, Vila do Conde.
Os agentes da autoridade aprenderam também os materiais utilizados pelos indivíduos, entre os quais “fatos ilícitos, plantas chamariz (cardos selvagens), uma rede de tombo (armadilha para captura das espécies), uma viatura motorizada e diversas gaiolas fabricadas em madeira e arame” refere o comunicado da Policia Marítima.
Os autores da infração podem ser punidos com pena de prisão até 6 meses ou uma multa até 100 dias, tendo ambos sido constituídos arguidos, com termo de identidade e residência e notificados para se apresentarem no Tribunal de Vila do Conde.
Após a operação policial, os pintassilgos foram libertados e devolvidos ao seu habitat natural.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Qua Nov 16, 2016 10:30 am

As Aves da Nossa Terra, domingo, na Pampilhosa

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Sabia que algumas das centenas de espécies de aves que podemos observar em Portugal são ameaçadas ou endémicas, e que muitas delas são características de habitats Mediterrâneos? Tendo em conta esta realidade, a Living Place organiza no próximo dia 13 de novembro a atividade “As Aves da Nossa Terra”, das 8h30 às 11h30, na Villa Maria - BIO Living, em Pampilhosa.
Portugal é um dos mais interessantes destinos europeus para a observação de aves, sendo que a Living Place realiza esta atividade proporcionando a todos os participantes uma manhã de harmonia com a natureza através de um passeio matinal para escutar e observar pululantes aves em nosso redor.
Atividade será conduzida por Lúcia Lopes, Mestre em Ecologia, e o valor de participação é de 10€ (para Estudantes e Sócios da SPEA é de 8€). O preço inclui Seguro de Acidentes Pessoais e de Responsabilidade Civil, Certificado de Participação e Tea Break a meio da manhã.
Aconselha-se cada participante usar binóculos e guia de campo, não sendo, no entanto, obrigatório, e ainda calçado e roupa confortável.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Seg Nov 28, 2016 9:39 pm

SPEA pede ajuda para proteger o fura-bardos
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A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves volta a lembrar que faltam verbas para continuar a proteger o fura-bardos.
“O projeto Life Fura-bardos termina em 2017 mas, até agora, os fundos não são suficientes para dar continuidade ao trabalho de conservação desta subespécie prioritária e do seu habitat, a floresta Laurissilva da Madeira”, lamenta a SPEA em comunicado.
“Depois dos últimos incêndios na Madeira, nunca foi tão importante agir!”, acrescenta.
“A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves lança esta campanha de crowdfunding para continuar a assegurar o controlo de espécies invasoras e a recuperação de floresta Laurissilva, bem como a conservação do fura-bardos através da sua monitorização e sensibilização ambiental.”
Diz a SPEA que, “mais do que um projecto, uma parte única da Madeira necessita da sua ajuda!” Por isso fica o apelo: “Apoie a causa #HelpFuraBardos e contribua em bit.ly/helpfurabardos.”


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Seg Nov 28, 2016 9:44 pm

UNESCO vai decidir se falcoaria em Portugal é Património da Humanidade
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    Foto: José Godinho/Associação Portuguesa de Falcoaria



A classificação da arte da falcoaria em Portugal como Património Cultural Imaterial da Humanidade, candidatada em 2015 pela Câmara de Salvaterra de Magos, vai ser decidida, na próxima quarta-feira, numa reunião da UNESCO, na Etiópia.
A candidatura foi apresentada por aquele município do distrito de Santarém em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo (ERT-AR), a Universidade de Évora e a Associação Portuguesa de Falcoaria.
A decisão da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) vai ser tomada durante a 11.ª reunião do seu Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, que vai decorrer, entre segunda e sexta-feira, em Adis Abeba, na Etiópia.
O presidente da Turismo do Alentejo e Ribatejo, António Ceia da Silva, em declarações à agência Lusa, disse que as expectativas acerca da inclusão da arte da falcoaria em Portugal na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade são “positivas”.
“Em primeiro lugar, jogamos sempre para ganhar, portanto, as nossas expectativas são positivas”, argumentou o responsável, revelando que está previsto que esta candidatura de Portugal seja analisada na quarta-feira, no âmbito da reunião da UNESCO.
“Os dados que possuímos, em ligação, quer com a Associação Portuguesa de Falcoaria, quer com a câmara municipal, quer com o Comité Nacional da UNESCO, dão-nos indicações de que a nossa expectativa pode vir a ser cumprida favoravelmente”, afirmou.
Mas, apesar do otimismo e porque “o Comité Intergovernamental” da UNESCO “é soberano e a votação só irá ocorrer na quarta-feira”, ressalvou, é preciso “esperar com tranquilidade”.
Caso a candidatura seja aprovada, o presidente da ERT-AR considerou que será “muito relevante para Portugal e para Salvaterra de Magos e todo o Ribatejo”.
“Hoje, o turista é cada vez mais informado, mais culto, mais exigente e o ‘selo’ da UNESCO, de facto, tem influência na afirmação dos destinos turísticos”, realçou.
A classificação, “caso se concretize”, enfatizou, “vai permitir que se olhe para a falcoaria com outros olhos” e que “haja potenciais investidores na área do alojamento, da animação turística e da restauração”.
A falcoaria, lembrou a Turismo do Alentejo e Ribatejo, foi incluída na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da UNESCO em novembro de 2010.
Na altura, Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) assumiu a liderança e a coordenação de um projeto apresentado, pela 1.ª vez na história da UNESCO, por 11 países - Bélgica, República Checa, França, Coreia, Mongólia, Marrocos, Qatar, Arábia Saudita, Espanha, Síria e Emirados Árabes Unidos --, que incluíram aquela arte nos respetivos inventários nacionais do Património Cultural e Imaterial.
Em 2012, a UNESCO estendeu o reconhecimento de Património da Humanidade à falcoaria praticada na Áustria e na Hungria, disse a ERT-AR, afirmando esperar que seja agora a vez de Portugal se juntar a esta lista de países, com a candidatura “Falcoaria. Património Humano Vivo”.
A falcoaria foi considerada “uma das mais antigas relações entre o homem e a ave”, com mais de 4.000 anos, evocou a ERT-AR, destacando o papel desta arte na fixação da família real no concelho de Salvaterra de Magos “durante longos períodos”.
O edifício da Falcoaria Real de Salvaterra de Magos, recuperado pelo município em 2009, “terá sido construído por ordem de D. José I (século XVIII) na periferia da vila e foi local de encontro de falcoeiros oriundos de vários pontos da Europa”, referiu.
Atualmente, além da visita ao edifício, “ímpar na Península Ibérica”, é possível “interpretar, com a ajuda de um falcoeiro, diferentes espécies de aves de presa, falcões, águias e açores”, cerca de duas dezenas de aves que, diariamente, fazem demonstrações de voo.
A marca “Salvaterra de Magos - Capital Nacional da Falcoaria”, lembrou ainda a ERT-AR, foi registada em 2014 pelo município.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Dez 25, 2016 11:32 pm

Vídeo: Captura de pombos em Lisboa gera indignação no Facebook
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Um vídeo publicado no Facebook mostra um grupo de pessoas, alegadamente funcionários da Câmara de Lisboa, a capturar pombos. O registo foi parar ao Facebook e deu origem a uma polémica. Veja as imagens.
Citação :
Uma captura de pombos, feita por funcionários da autarquia lisboeta, foi registada num vídeo que viria a ser publicado no Facebook, gerando polémica.
Na área da higiene urbana, o município de Lisboa assume que faz “capturas”, de acordo com calendário definido, e posterior “envio de amostras” para o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária”.
O objetivo desta medida é proceder a uma “pesquisa de agentes patogénicos, incluindo vírus da gripe aviaria”.
“Os incómodos causados pelos pombos na cidade traduzem-se em riscos para a saúde pública através da transmissão de agentes patogénicos existentes nas aves”, pode ler-se, no site da Câmara Municipal de Lisboa.
A autarquia salienta que “o contacto com as fezes, ectoparasitas e penas pode causar problemas alérgicos, quer a nível respiratório, quer outros”, bem como “transmitir doenças como a salmonelose, a criptococose, a ornitose, especialmente aos grupos mais vulneráveis da população (crianças, idosos e imunodeprimidos)”.
Porém, há ainda um desconhecimento da população relativamente a esta matéria, pelo que as imagens de uma captura de pombos perturbaram alguns cidadãos.
“Neste vídeo observam-se funcionários da Câmara de Lisboa a aliciar pombas com alimento, que depois são gaseadas e capturadas com rede automática. Alguém que filmou o acontecimento foi interpelado pelos funcionários e ameaçado com a chamada da polícia, que aliás costuma estar presente nestas sessões de tortura”, pode ler-se, na descrição desse registo, publicado no Facebook.
A propósito: sabia que alimentar pombos é proibido?
A funcionária confronta o autor do vídeo e lembra-o dos direitos à privacidade. Mas a verdade  é que o registo acabou mesmo por ser partilhado:


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Dez 25, 2016 11:38 pm

Albatroz com 66 anos continua a nidificar no local de origem

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A Wisdom é monitorizada desde 1956







O animal vai descansar e reproduzir-se há mais de seis décadas nas ilhas Midway
Biólogos da reserva natural norte-americana das ilhas Midway, no Pacífico, identificaram um albatroz de laysan (Phoebastria immutabilis) fêmea que tem pelo menos 66 anos e continua a nidificar num mesmo lugar.
Baptizada 'Wisdom' (Sabedoria) a ave, reconhecida por um anel vermelho que tem colocado na perna direita, foi descoberta por um voluntário que trabalha no programa de biologia da reserva desde o início do mês, anunciou hoje o Gabinete Federal da Pesca e da Vida Selvagem dos Estados Unidos.
O animal vai descansar e reproduzir-se há mais de seis décadas nas ilhas Midway, um atol de 6,2 quilómetros quadrados cerca de 1.900 quilómetros a nordeste de Honolulu.
O anel foi-lhe colocado por um ornitólogo em 1956 e depois disso a ave marinha já foi responsável pelo nascimento de algumas dezenas de novos albatrozes. O companheiro de 'Wisdom', batizado Akeakamai (palavra havaiana que significa amor pela sabedoria) foi visto perto do ninho a 23 de novembro.
A equipa do parque esperava o regresso da ave a qualquer momento, admitindo também que poderia fazer uma pausa de um ano na reprodução, como fazem muitos albatrozes, para a mudança de plumagem, já que penas fortes e saudáveis são importantes para aves que passam 90% do tempo no ar, viajando milhares de quilómetros por ano sobre os oceanos em busca de alimento.
Os albatrozes, como outras aves marinhas, incubam os ovos no mesmo ninho durante muitos anos.
De acordo com os responsáveis a ave tem pelo menos 66 anos, já que foi identificada pela primeira vez em 1956 pelo biólogo Chandler Robbins, hoje com 98 anos. Se tivesse nascido nesse ano teria 60 anos mas os especialistas notam que nesse ano já tinha feito uma postura e a espécie albatroz de laysan só é sexualmente madura depois dos cinco ou seis anos e só começa a reproduzir-se com sucesso após oito a 10 anos.
Os especialistas calculam que na sua vida 'Wisdom', que é considerada a ave selvagem mais velha conhecida em território dos Estados Unidos, tenha já viajado quase cinco milhões de quilómetros.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Dez 25, 2016 11:43 pm

Investigador português integra maior estudo mundial centrado nas aves
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Estudo foi publicado na revista ‘Nature’ com a participação de José Alves, biólogo da Universidade de Aveiro
Quando os filhos pequenos choram a meio da noite, o que fazem os pais? Quem se levanta, o pai ou a mãe? Vai ao berço quem estiver menos cansado? Fazem turnos ou vai quem acorda primeiro? Se em relação aos humanos não parece haver um único padrão instituído, ou uma única solução ideal para uma atividade que pode ter repercussões no bom funcionamento do casal, com as aves o cenário é semelhante. A revelação consta de um artigo publicado a 23 de novembro pela revista ‘Nature’, e que reporta a um estudo internacional realizada por 76 investigadores de todo o mundo, entre os quais um cientista português. Entre os cientistas que integram a maior investigação de sempre sobre os até agora desconhecidos padrões de incubação nas aves limícolas - espécies que vivem em redor do planeta em zonas húmidas costeiras, como estuários e lagoas – está o biólogo José Alves, investigador do Departamento de Biologia e do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da Universidade de Aveiro, uma das 69 organizações de todo o mundo que ‘assinam’ o estudo.
Ao longo dos últimos anos, os investigadores fizeram uma recolha de vários parâmetros - como quanto tempo incuba de forma contínua cada membro do casal, com que frequência há trocas entre eles, etc. - ao nível global, para um total de 729 ninhos de 91 populações pertencentes a 32 espécies.
José Alves registou na Islândia, durante os verões de 2013, 2014 e 2015, a atividade parental em mais de 30 ninhos de sete espécies: o pilrito-comum, a perna-vermelha, o milherango, o maçarico-galego, o borrelho-grande-de-coleira, a tarambola-dourada e o ostraceiro. Tratam-se de espécies que migram para fora da Islândia após a época de nidificação, que ocorre durante o verão, para se refugiarem também em Portugal do frio do inverno ártico. Nalguns casos, como entre os milherangos, o mesmo indivíduo foi estudado na Islândia e em Portugal.
A grande variedade de padrões de incubação encontrada pelos investigadores indica que os ritmos de sincronização são muito mais diversos do que tinha sido descrito até agora nos estudos com aves em cativeiro. A diversidade destes padrões entre espécies, e até dentro da mesma espécie, é de tal ordem que algumas trocam entre membros do casal em média a cada hora e outras chegam a fazer de forma rotineira turnos contínuos de 19 horas, sendo o caso mais extremo registado de 50 horas.
Estratégias anti-predadores
Ao contrário do que se pensava, o estudo garante que a incubação dos ovos não se rege apenas pelos custos energéticos dos membros do casal mas, tal como nos humanos, por “uma espantosa diversidade de soluções” para manter os ovos quentes e a salvo de predadores.
“Apesar do que era genericamente aceite até agora, não parecem ser os custos energéticos dos membros do casal que determinam estes padrões de incubação”, salienta José Alves. O biólogo, investigador do Departamento de Biologia e do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da Universidade de Aveiro, explica que, se assim fosse, “as espécies de maior tamanho, que libertam menos calor por unidade de massa, deveriam ter períodos de incubação mais longos do que espécies mais pequenas”. Contudo os padrões de incubação relatados no estudo não apresentam qualquer relação com o tamanho destas aves. De igual forma, “espécies que se reproduzem no Ártico e Subártico, deveriam ter intervalos mais curtos de incubação uma vez que as reservas energéticas são gastas de forma mais célere em ambientes mais frios”.
O que este estudo veio a revelar é a que as estratégias anti-predadores assumidas pelas diferentes espécies são determinantes nos padrões de incubação agora revelados. Em espécies que se baseiam na camuflagem (por exemplo, o maçarico-galego ou o milherango), cada membro do casal realiza longos períodos de incubação de forma a reduzir as trocas entre macho e fêmea e assim diminuir a atividade na proximidade do ninho para não revelar a sua localização a potenciais predadores.
De forma inversa, espécies que não camuflam o ninho e que perseguem predadores para os afastar (por exemplo, o ostraceiro ou o borrelho-grande-de-coleira), fazem trocas constantes tendo por isso períodos individuais de incubação mais curtos.
Em conclusão, aponta José Alves, “é o risco de predação, mais do que a fome, que parece ser um fator determinante na evolução dos padrões de cuidados parentais nestas aves”.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Dom Dez 25, 2016 11:48 pm

Apresentação do livro “As aves do Jardim Gulbenkian”, de João E. Rabaça


O evento decorreu na Segunda-feira, dia 19 de Dezembro, pelas 18:30, no Foyer do Grande Auditório
Em 2012 e 2013, ao longo de 16 meses de estudo, João E. Rabaça e a sua equipa registaram e fotografaram 41 espécies de aves nos 7,5ha do Jardim Gulbenkian. Este livro representa um valioso contributo para perceber melhor a importância do Jardim Gulbenkian no contexto da estrutura ecológica em que se insere.
Muitas das espécies registadas ocorrem durante todo o ano, outras residem no Jardim apenas durante parte do ano, outras são aves que aqui param durante as suas trajetórias migratórias. A grande diversidade de habitats num só jardim é o segredo de tão grande diversidade de espécies.
Neste livro, podemos conhecer cada uma destas espécies, os seus hábitos, as suas caraterísticas, mas, acima de tudo, perceber o significado ecológico da sua presença neste espaço e das interações que com ele estabelecem.
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O autor
João Eduardo Rabaça é biólogo, professor na Universidade de Évora e coordenador do Laboratório de Ornitologia da mesma instituição. Sócio fundador da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, delegado nacional do European Bird Census Council é autor de diversos atlas, livros e artigos científicos sobre avifauna e um dos mais relevantes ornitólogos em Portugal.[/td]


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Seg Dez 26, 2016 12:02 am

O único sobrevivente de um grande envenenamento de aves regressa à Natureza

Uma águia-imperial-ibérica, 11 milhafres-reais e uma raposa morreram no maior episódio de envenenamento de aves selvagens numa zona de protecção especial, em Castro Verde.






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A única ave que sobreviveu ao envenenamento antes do seu regresso à Natureza DR


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Seg Dez 26, 2016 12:06 am

Ambiente: Aves necrófagas mais protegidas

É saudada pela Quercus a atenção do Governo às aves necrófagas, resolvendo o problema da sua alimentação, ao mesmo tempo que poupa.




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A alimentação destas espécies tem sido um problema para resolver
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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Ter Dez 27, 2016 8:47 am

Como é que as aves perderam os dentes? Um novo dinossauro ajuda a explicar
Encontraram-se na China fósseis de uma espécie de dinossauro invulgar: os seus indivíduos recém-nascidos tinham dentes, os adultos já não.

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A descoberta de uma espécie de dinossauro cujos indivíduos iam perdendo os dentes à medida que cresciam, e que não voltavam a nascer, algo nunca visto antes em fósseis, pode ajudar a compreender o aparecimento do bico nas aves. Sim, porque as aves, as primitivas, já tiveram dentes.
Este dinossauro bípede, o Limusaurus inextricabilis, é do grupo dos terópodes, a partir do qual evoluíram as aves, referem os paleontólogos envolvidos neste trabalho publicado esta quinta-feira na revista científica Current Biology.
“Descobrimos um fenómeno muito raro e muito interessante num dinossauro [do grupo dos] ceratossauria, em que as mandíbulas dos juvenis com dentes passaram para mandíbulas bicudas sem dentes nos indivíduos mais maduros”, frisa Shuo Wang, da Universidade Normal de Pequim e outro dos autores do trabalho, citado num comunicado de imprensa.
A equipa estudou 19 esqueletos fossilizados e bem conservados do Limusaurus inextricabilis, que tinham morrido aprisionados num pântano no território que actualmente é a província de Xinjiang, no extremo Oeste da China. Entre os esqueletos encontram-se desde recém-nascidos até adultos.
Ora o esqueleto de um bebé Limusaurus tinha pequenos dentes afiados, enquanto os adultos já não os tinham. “Esta descoberta é importante por duas razões”, sublinha James Clark, professor de biologia na Universidade George Washington, na capital norte-americana, e outro dos autores do artigo científico. “Primeiro, é extremamente raro encontrar uma série de esqueletos da mesma espécie de dinossauros, distribuindo-se desde o nascimento até à idade adulta”, explica o investigador. “Segundo, estas modificações anatómicas invulgarmente drásticas sugerem uma mudança importante do regime alimentar dos Limusaurus ocorrida entre a adolescência e a idade adulta.”
Os fósseis indicam que os Limusaurus muito jovens poderão ter sido carnívoros ou omnívoros, enquanto os adultos seria apenas herbívoros e não precisariam assim de dentes, que serviriam principalmente para mastigar carne. As análises a substâncias químicas nos ossos confirmam esta hipótese, dizem os cientistas.

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“Para a maioria das espécies de dinossauros dispomos de poucos exemplares, por isso temos uma compreensão muito incompleta do desenvolvimento da sua biologia”, acrescenta Josef Stiegler, também da Universidade George Washington e co-autor da descoberta.
Josef Stiegler nota ainda que o desaparecimento dos dentes nunca tinha sido observado antes em fósseis de animais extintos ou em répteis, mas este fenómeno encontra-se em certos animais existentes actualmente, como peixes e um anfíbio, bem como os ornitorrincos, um mamífero semiaquático da Austrália.
Em estudos anteriores, a equipa já tinha investigado as patas dianteiras do Limusaurus (cuja descoberta foi relatada pela primeira vez em 2001), determinando que o tamanho reduzido do que corresponde ao dedo indicador poderá ter marcado uma transição para a perda, mais tarde, deste dedo e do polegar entre os terópodes. De forma semelhante, as patas das aves têm cada uma três dedos, o equivalente nos seres humanos ao dedo médio, o anelar e o mindinho.


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Ter Jan 03, 2017 4:09 pm

As asas de uma ave australiana cresceram inesperadamente e a explicação pode estar no clima




Papagaio da Austrália ficou com as asas maiores. Terão sido as alterações climáticas?

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 As asas de umas aves comuns no oeste da Austrália cresceram entre  quatro e cinco centímetros nos últimos 45 anos e a causa pode estar  relacionada com as alterações climáticas, segundo um estudo australiano  divulgado esta segunda-feira


 
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Cientistas  da Universidade de Notre Dame, em Sydney, relacionaram o crescimento  das asas do papagaio de Barnard ("Barnardius zonarius") com as  alterações climáticas, atendendo a que geralmente as extremidades dos  animais em climas quentes tendem a ser mais compridas.

"À medida  que a temperatura sobe, o aumento do comprimento das asas pode ajudar  estas aves a libertarem-se do excesso de calor e adaptarem-se melhor ao  seu meio ambiente", disse um dos cientistas que participaram no estudo  Dylan Korczynskyj em declarações citadas pela ------->>>  estação local ABC.

O  investigador explicou que as maiores alterações no comprimento da asa  ocorreram a partir da década de 1970, um período que coincide com as  variações de temperatura de cerca de mais 0,1 e 0,2 graus centígrados e  as práticas de desflorestação que se registaram no estado da Austrália  Ocidental.

Embora a variação da temperatura pareça mínima, o  impacto no meio ambiente é significativo tal como demonstra a  investigação aos papagaios, segundo o cientista.
Na investigação  foram examinadas várias espécies do Museu da Austrália Ocidental que tem  uma coleção de aves que datam do início do século XIX e inclui um  exemplar de um papagaio de Barnard de 1904.


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Papagaio da Austrália ficou com as asas maiores. Terão sido as alterações climáticas?





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Fotogaleria  

Papagaio da espécie Barnardius zonarius  Guérin Nicolas



As asas de uma ave nativa da Austrália – o papagaio-de-barnard  –cresceram entre quatro e cinco centímetros nos últimos 45 anos e a  causa pode estar relacionada com as alterações climáticas, segundo  cientistas australianos da Universidade de Notre Dame, em Sydney.
Os investigadores relacionaram o crescimento das asas do papagaio-de-barnard (Barnardius zonarius)  com as alterações climáticas, atendendo a que geralmente as  extremidades dos animais em climas quentes tendem a ser mais compridas.
“À  medida que a temperatura sobe, o aumento do comprimento das asas pode  ajudar estas aves a libertarem-se do excesso de calor e a adaptarem-se  melhor ao seu meio ambiente”, disse à estação local da Australian  Broadcasting Corporation um dos cientistas envolvidos no estudo, Dylan  Korczynsk


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MensagemAssunto: Re: Noticias e Curiosidades    Ter Jan 03, 2017 4:47 pm

Aviso. É proibido vender aves vivas em mercados

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REUTERS/Regis Duvignau


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Nos mercados de 58 concelhos está proibida venda de galinhas, perus, patos e gansos. Importação de França está interdita. Há oito anos que autoridades não emitiam um aviso contra a gripe das aves
Portugal proibiu a importação de aves a partir de França para os próximos dias devido ao aparecimento de gripe aviária naquele país nas últimas semanas. As autoridades de saúde garantem que o grau de preocupação está "distante" do nível atingido em 2005, quando a gripe assustou o mundo, mas admitem que o risco "não é zero". Até os mercados e feiras das 139 zonas classificadas como de maior risco, distribuídas por 58 concelhos do continente, sobretudo junto a zonas mais próximas das linhas de água, onde ocorrem aves migratórias, estão proibidos de vender perus, gansos, patos ou galinhas.
Há oito anos que a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) não emitia um aviso contra a gripe das aves, mas os 67 focos do vírus Influenza A dos subtipos H5N1, H5N2 e H5N9 com alto contágio, que surgiu em França, levou o diretor-geral, Álvaro Pegado Mendonça, a lançar o alerta, enumerando as zonas de maior risco. É lá que estão condicionadas determinadas atividades, sendo pedido às autoridades que fiscalizem.
Os infratores incorrem nas punições previstas no Decreto-lei n.º 110/2007, que transpõe para a legislação nacional a diretiva comunitária relativa a medidas comunitárias de luta contra a gripe das aves, segundo qual a não comunicação às autoridades de qualquer suspeita passa a constituir uma infração sujeita ao pagamento de um montante mínimo de 250 euros e máximo de 1870 euros (no caso de pessoas singulares) ou de 22445 no caso de pessoas coletivas. Além da coima, podem ser aplicadas sanções acessórias, como encerramento dos estabelecimentos, perda de animais ou proibição de participar em feiras ou mercados.
Embora Portugal não tenha registado nenhum caso suspeito, o documento assume não ser possível excluir a possibilidade de aqueles vírus se encontrarem presentemente em circulação nas aves selvagens, tal como atesta o diretor-geral da Saúde, Francisco George, que tem mantido contactos "frequentes" com o congénere da Alimentação e Veterinária. "Temos trocado impressões sobre a evolução da situação na Europa", revelou ao DN, garantindo que está em causa gripe das aves que "não carece de medidas em saúde pública humanas".
Portugal não tem gripe das aves e não existe risco para as pessoas

Contudo, Francisco George admite que, apesar de reduzido, "há risco para quem trabalha próximo de aves de poder vir a ser infetado, embora essas infeções não formem cadeias de transmissão, pelo que não há aqui risco de propagação", assume.
Fonte do Ministério da Agricultura justifica as medidas preventivas adotadas por Portugal com as diretrizes definidas pela Organização Mundial da Saúde, levando à proibição de concentrações de aves de capoeira e de outras aves em feiras, pelo que é suposto que nos tradicionais mercados situados nas zonas de risco não se encontrem à venda patos, frangos, galinhas e perus.
Já a importação de aves vivas a partir de França, país com quem os produtores nacionais mantêm fortes laços comerciais, será apenas permitida se os animais forem encaminhados diretamente para as explorações. Ou seja, numa prevenção feita a montante, a ideia é evitar que aves, eventualmente infetadas, cheguem às feiras e se disseminem por várias casas. Se forem entregues numa exploração agropecuária, o foco ficará ali contido cabendo ao proprietário resolver o problema.
Aliás, tem sido grande o rigor das equipas da DGAV na condução deste processo, ficando à espera dos carregamentos de aves para se certificarem que se destinam apenas às explorações. "Existe um sistema de tratamento, onde sempre que são vendidas aves é obrigatório que sejam introduzidos no sistema os pontos de origem e de destino, o que facilita a monitorização", diz a fonte do Ministério, avançando que as restrições serão levantadas quando França controlar a situação, estimando-se que isso venha a acontecer no prazo máximo de 15 dias.
Os pequenos produtores de aves de capoeira dizem ser os mais afetados com esta crise. "A minha vida são as feiras. É lá que vendo e combino alguns negócios para a semana e para o mês. Já domingo não pude vender. Se eu só produzo e nem importo, qual é o problema?", questiona Carlos Pires, proprietário de uma pequena capoeira de frangos e perus em Palmela.
Já o vizinho pede anonimato para assegurar que não vai fazer feiras, mas nem por isso deixará de vender os patos e gansos a quem procurar na quinta próxima da Marateca. "Toda a vida vivi do que a terra me dá. Não temos outro rendimento em casa e nunca cá houve gripe", refere, mostrando como as suas aves de capoeira andam ao ar livre, embora também isso conste da lista das proibições, tal como acontece com espetáculos, exposições e eventos culturais nos quais se utilizem aves, incluindo soltas de pombos. Até o uso de negaças (chamado isco com recurso a patos vivos) está proibido na caça.
"Não tem grande impacto, porque já poucos caçadores usam negaças", revela o presidente da Federação Nacional de Caçadores, Jacinto Amaro, revelando que, ainda assim, enviou uma circular aos sócios. Carlos Delgado, presidente da Federação Ornitológica Portuguesa, também está tranquilo apesar de ter à porta (22 a 24 de janeiro) o 64.º Campeonato do Mundo de Ornitologia, na Exponor. "São aves canoras (canários, por exemplo) sujeitas a uma vigilância permanente. Não têm qualquer relação com a gripe das aves."


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