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 Bordalo

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MensagemAssunto: Bordalo   Bordalo EmptyTer Jun 17, 2008 6:36 pm

Bordalo Squaliusalburnoides1


Nome científico - Squalius alburnoides
(valido)

(outros) - Leuciscus alburnoides
Rutilus alburnoides
Tropidophoxinellus alburnoides

Família - Cyprinidae

Nomes comums - Bordalo

Distribuição Global - Endémica da Peninsula Ibérica.

Morfologia - Espécie de pequenas dimensões com corpo comprimido e estreito, perfil da cabeça rectilíneo e perfil ventral convexo e ascendente. Boca é terminal sem barbilhos, com maxilar inferior bem desenvolvido. A comissura bocal é grande e obliqua, olhos grandes. Linha lateral completa com inclinação na parte inicial com 38 a 44 escamas. Origem da barbatana dorsal posterior à linha vertical da inserção posterior das barbatana pélvicas.

Coloração - Não existe informação.

Nativa - Sim

Migrador anádromo - Não

Migrador catádromo - Não

Longevidade - 6 (fêmeas triploides); 5 (fêmeas diploides); 4 (machos diploides)

Tamanho máximo (cm) - 13.3 CT

Maturação sexual machos - 2 (33 mm)

Maturação sexual fêmeas - 2 (44 mm)

Época de reprodução - Março-Julho

Nº médio de ovos por fêmea
- Guadalquivir: 1300 (80 mm); Guadiana: 150-160 (60 TL mm); Ardila 400-450 (70 TL mm)

Habitat geral - O bordalo vive em rios com corrente e maior granulometria do substrato, de reduzida largura e profundidade e com abundância de macrófitas emergentes. Habitando em zonas de correnteza, estando associado a rios com solos ácidos e a zonas não poluídas. Ocorrem em zonas com 0,3 a 0,7m de profundidade, correntes nulas ou reduzidas em substratos finos designadamente vasa. Existe segregação espacial entre diferentes formas. Machos diplóides são mais abundantes em zonas de pequena profundidade, temperaturas mais elevadas , substrato de vasa ou areia. Fêmeas triplóides ocorrem em zonas de maior velocidade, elevado coberto vegetal.

Habitat de reprodução - O bordalo realiza a postura em zonas de cascalho com corrente.

Alimentação - Esta espécie alimenta-se principalmente de insectos aquáticos (insectívora) ingerindo também outras presas. As larvas de dípteros (quiromnídeos e simulídeos), de efemerópteros, coleópteros adultos, corixídeos, gastrópodes, ostrácodes, nemátodes, sementes, material vegetal e areia são presas comuns do bordalo. Ocasionalmente consome gémulas de spongilidae e estatoblastos de ectoprocta. Existem diferenças entre as diferentes formas desta espécie, os machos diplóides são mais especialistas enquanto que as fêmeas diplóides alimentam-se de uma maior diversidade de presas.

Curiosidades - O bordalo tem formas diploides e triploides e mais raramente tetraploides. Na Natureza dominam as fêmeas triploides, havendo no rio Guadiana mais fêmeas do que machos. Durante a época de reprodução o macho faz corte à fêmea através da agitação das barbatanas dorsais e peitorais, mostram o abdómen à fêmea colocando a cabeça numa posição mais baixa. As fêmeas preferem os machos "não-hibridos" que geralmente são mais pequenos. O ancestral paterno desta espécie não pertencia nem ao género Squalius nem ao género Chondrostoma.

Tamanho mínimo de captura - 0

Período de pesca - Todo o ano

Factores de ameaça - Introdução de exóticas piscívoras. Construção de infraestruturas hidráulicas sem passagem para peixes. Aumento da poluição industrial, urbana e agrícola. Extracção de água. Extracção de inertes provocam a destruição das zonas de postura.

Medidas mitigadoras - Controlo e tratamento de efluentes, corrigir os impactos derivados das obras hidráulicas. Não dar concessões de rega quando o nivel das águas fôr muito baixo. Corrigir o impacto das extracções de inertes. Controlo das espécies exóticas. Controlar a evolução das populações desta espécie.


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