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 Ave do ano 2017

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José Luis
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MensagemAssunto: Ave do ano 2017   Ter Mar 07, 2017 9:26 pm

SPEA elege galheta como a ‘Ave do ano 2017’

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A galheta, uma espécie de corvo-marinho que podemos observar ao longo de todo o ano na nossa costa continental, é a ave escolhida pela SPEA como símbolo da campanha ‘Ave do ano 2017’.

Com esta campanha, a Sociedade Portuguesa para o Estudo da Aves (SPEA) quer dar a conhecer esta ave marinha, facilmente identificada pela sua plumagem escura com reflexos esverdeados, os seus olhos verde-esmeralda, e o seu pescoço e bico compridos. O seu nome peculiar está provavelmente relacionado com o seu pescoço longo e curvado, assemelhando-se a um galheteiro.

A principal colónia reprodutora de galheta em Portugal localiza-se no arquipélago das Berlengas, com uma população estimada em 75 casais, apresentando um ligeiro decréscimo a curto e longo prazo (dados de 2015).

Durante o período de reprodução, que decorre de Janeiro a Julho, os adultos em plumagem nupcial exibem uma pequena crista junto à testa. Já os juvenis são de cor castanha, com o peito, barriga, pescoço e garganta de cor clara uniforme.

No Continente, também nidifica pontualmente ao longo da costa rochosa a sul do cabo Carvoeiro, onde constrói o ninho em plataformas, fendas ou grutas geralmente abrigadas. Classificada como ‘vulnerável’ pelo Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, pouco se sabe acerca do tamanho da população nacional actual, dado que o último censo data de 2002, altura em que foram estimados 100 a 150 casais reprodutores.

Entre Fevereiro e Abril são postos os ovos, entre 1 e 6, e a incubação é levada a cabo por ambos os progenitores durante cerca de 33 dias. Ao fim de 2 meses, os juvenis começam a abandonar os ninhos, ficando ainda dependentes dos pais e juntando-se em pequenos grupos no mar, não muito longe dos seus ninhos.

A galheta é uma exímia pescadora, localiza os peixes enquanto nada à superfície, capturando-os em mergulhos que podem durar mais de 3 minutos e que vão até algumas dezenas de metros de profundidade.

As suas penas são permeáveis à água, ficando as aves molhadas até à pele após os mergulhos de pesca. Por isso, para se aquecerem e secarem, é comum vê-las ao sol, de asas abertas durante longos períodos de tempo. Um dos locais tradicionais para esta prática é a Nau dos Corvos no cabo Carvoeiro (em Peniche), onde também repousam, chegando a concentrar-se ali às dezenas.

Devido aos seus hábitos no mar, a galheta é vulnerável a algumas artes de pesca, nomeadamente a redes de emalhar. Não sendo conhecidos os principais locais utilizados pela espécie para se alimentar, a equipa do projecto Life Berlengas, coordenado pela SPEA, está a marcar alguns indivíduos com dispositivos de geolocalização que transmitem os dados através da rede móvel. Desta forma será possível acompanhar em tempo real a localização das galhetas que se reproduzem nas Berlengas, com o objectivo de identificar as áreas vitais da espécie e potenciais interacções com embarcações de pesca.

Se esta espécie despertou a sua curiosidade, saiba que pode já acompanhar o dia-a-dia de um casal de galhetas e da sua prol, em directo da ilha da Berlenga, através de uma câmara online instalada perto de um dos ninhos existentes.

“Esta vai ser uma excelente oportunidade para o público se familiarizar com esta ave tão carismática e torná-la mais conhecida. Esperamos acompanhar todo o seu ciclo reprodutor, desde a incubação à saída do ninho dos juvenis, e esperamos que sejam vários os momentos entusiasmantes para o público” diz Joana Andrade, coordenadora do projecto Life Berlengas.




Conheça qual é a Ave do Ano 2017 em Portugal
Esta espécie de corvo-marinho que, com o seu pescoço comprido e curvado, se assemelha a um galheteiro, foi escolhida como a Ave do Ano 2017 para Portugal.

 

O anúncio foi feito pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), que com esta campanha quer “dar a conhecer esta ave marinha”, que ocorre ao longo de todo o ano na costa continental portuguesa, indica a associação, numa nota enviada à Wilder.

A plumagem da galheta (Phalacrocorax aristotelis) é escura com reflexos esverdeados, os olhos são verde-esmeralda e o pescoço e bico são compridos.

 

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Foto: Andreas Trepte

 

 

Em Portugal, esta ave está classificada como Vulnerável, em termos de conservação, de acordo com o Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. Todavia, quase nada se sabe hoje sobre a população actual, uma vez que o último censo foi realizado em 2002, lembra a SPEA. Nessa altura, estimou-se a ocorrência em Portugal de 100 a 150 casais reprodutores.

É no período de reprodução, que acontece entre Janeiro e Julho, que estas aves mais chamam a atenção, pois apresentam uma pequena crista junto à testa. Quanto aos juvenis, são de cor castanha, que se espalha de forma uniforme no peito, barriga, pescoço e garganta.

 

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Foto: Des Colhoun/Wiki Commons

 

As ilhas Berlengas são a principal colónia reprodutora desta espécie em território português, onde se estima uma população de 75 casais, “com um ligeiro decréscimo a curto e longo prazo”, de acordo com dados de 2015.

“A galheta é uma exímia pescadora, localiza os peixes enquanto nada à superfície, capturando-os em mergulhos que podem durar mais de três minutos e que vão até algumas dezenas de metros de profundidade”, descreve a SPEA.

Já depois de saírem da água, estas aves ficam “molhadas até à pele” e têm de secar ao sol, de asas abertas durante muito tempo. É habitual ver grupos de galhetas nesta situação, por exemplo, na chamada Nau dos Corvos, no Cabo Carvoeiro (Peniche).

Algumas das artes de pesca, em especial a rede de emalhar, são hoje uma das principais ameaças para esta espécie, devido aos hábitos destas aves no mar.

Com o objectivo de conhecer melhor quais são os locais onde as galhetas que se reproduzem nas Berlengas se alimentam, uma equipa do projecto LIFE Berlengas, coordenado pela SPEA, está a marcar algumas das aves com instrumentos de geolocalização, que transmitem os dados através da rede móvel.



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